Você sabe com quem está falando ??????#*&*

Voce sabe com quem está falando????

Você tem tempo?

Veja Mário Cortella:  http://www.youtube.com/watch?v=0YGB5u2u8kA&feature=player_embedded#!

FP

Conhece Mário Sérgio Cortella?
Eu li alguns livros dele, assisti a algumas palestras e recomendo!

Melhor definiçao de Homem é de Fernando Pessoa e está no único livro de Pessoa Mensagem:  “O homem é um cadáver adiado”.        Concordo.            Concorda?

E TU?  Tu és o vice-treco do vice-troço!?

A GRANDEZA  de ser     pequeno.

 

Liberdade

de Fernando Pessoa

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa…

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças…
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca…

E mais…http://artedartes.blogspot.com.br/2008/07/prof-mrio-sergio-cortella.html

Palavrar: A língua de cada um (o que estou lendo)

letras

A Língua de cada um

A língua para Eça de Queiroz

“Falemos nobremente mal, patrioticamente mal,as línguas dos outros!”

“A Correspondência de Fradique Mendes”, de Eça de Queiroz

O progonista Fradique Mendes é, segundo o narrador, um homem cuja “forma é um mármore divino com estremecimentos humanos”.
“Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra; todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro. Na língua verdadeiramente reside a nacionalidade; e quem for possuindo com crescente perfeição os idiomas da Europa vai gradualmente sofrendo uma desnacionalização. Não há já para ele o especial e exclusivo encanto da fala materna com as suas influências afetivas, que o envolvem, o isolam das outras raças; e o cosmopolitismo do verbo irremediavelmente lhe dá o cosmopolitismo do caráter. Por isso o poliglota nunca é patriota. Com cada idioma alheio que assimila, introduzem-se-lhe no organismo moral modos alheios de pensar, modos alheios de sentir. O seu patriotismo desaparece, diluído em estrangeirismo.
Não, minha senhora! Falemos nobremente mal, patrioticamente mal, as línguas dos outros! Mesmo porque aos estrangeiros o poliglota só inspira desconfiança, como ser que não tem raízes, nem lar estável – ser que rola através das nacionalidades alheias, sucessivamente se disfarça nelas, e tenta uma instalação de vida em todas porque não é tolerado por nenhuma.
[…] Eu tive uma admirável tia que falava unicamente o português (ou antes o minhoto) e que percorreu toda a Europa com desafogo e conforto. Esta senhora, risonha mas dispéptica, comia simplesmente ovos – que só conhecia e só compreendia sob o seu nome nacional e vernáculo de ovos. Para ela huevos, oeufs, eggs, das ei eram sons da Natureza bruta, pouco diferenciáveis do coaxar das rãs, ou de um estalar de madeira. Pois, quando em Londres, em Berlim, em Paris, em Moscou, desejava os seus ovos, esta expedita senhora reclamava o fâmulo do hotel, cravava nele os olhos agudos e bem explicados, agachava-se gravemente sobre o tapete, imitava com o rebolar lento das saias tufadas uma galinha no choco, e gritava qui-qui-ri-qui! co-có-ri-qui! có-rócó-có! Nunca, em cidade ou região inteligente do universo, minha tia deixou de comer os seus ovos – e superiormente frescos!”

A língua para Fernando Pessoa

Trecho do “Livro do Desassossego”, de Bernardo Soares

Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. Talvez porque a sensualidade real não tem para mim interesse de nenhuma espécie – nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de Chateaubriand, fazem formigar toda a minha vida em todas as veias, fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou tendo. Tal página, até, de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia sintáctica, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de coisa movida.

Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim, em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida, esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem, tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as ideias, as imagens, trémulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de sedas esbatidas, onde um luar de ideia bruxuleia, malhado e confuso.

Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa que me têm feito chorar. Lembro-me, como do que estou vendo, da noite em que, ainda criança, li pela primeira vez numa selecta o passo célebre de Vieira sobre o rei Salomão. «Fabricou Salomão um palácio…» E fui lendo, até ao fim, trémulo, confuso: depois rompi em lágrimas, felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquele movimento hierático da nossa clara língua majestosa, aquele exprimir das ideias nas palavras inevitáveis, correr de água porque há declive, aquele assombro vocálico em que os sons são cores ideais – tudo isso me toldou de instinto como uma grande emoção política. E, disse, chorei: hoje, relembrando, ainda choro. Não é – não – a saudade da infância de que não tenho saudades: é a saudade da emoção daquele momento, a mágoa de não poder já ler pela primeira vez aquela grande certeza sinfónica.

Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico.Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.

Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.

A língua para Caetano Veloso

“E uma profusão de paródias”

“Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa”

“Minha pátria é minha língua”

Língua
Caetano Veloso
Gosta de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar a criar confusões de prosódia
É uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa
E sei que a poesia está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade
E quem há de negar que esta lhe é superior?
E deixe os Portugais morrerem à míngua
“Minha pátria é minha língua”
Fala Mangueira! Fala!
Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?
Vamos atentar para a sintaxe dos paulistas
E o falso inglês relax dos surfistas
Sejamos imperialistas! Cadê? Sejamos imperialistas!
Vamos na velô da dicção choo-choo de Carmem Miranda
E que o Chico Buarque de Holanda nos resgate
E – xeque-mate – explique-nos Luanda
Ouçamos com atenção os deles e os delas da TV Globo
Sejamos o lobo do lobo do homem
Lobo do lobo do lobo do homem
Adoro nomes
Nomes em ã
De coisas como rã e ímã
Ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã
Nomes de nomes
Como Scarlet Moon de Chevalier, Glauco Mattoso e Arrigo Barnabé
e Maria da Fé
Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?
Se você tem uma idéia incrível é melhor fazer uma canção
Está provado que só é possível filosofar em alemão
Blitz quer dizer corisco
Hollywood quer dizer Azevedo
E o Recôncavo, e o Recôncavo, e o Recôncavo meu medo
A língua é minha pátria
E eu não tenho pátria, tenho mátria
E quero frátria
Poesia concreta, prosa caótica
Ótica futura
Samba-rap, chic-left com banana
(- Será que ele está no Pão de Açúcar?
– Tá craude brô
– Você e tu
– Lhe amo
– Qué queu te faço, nego?
– Bote ligeiro!
– Ma’de brinquinho, Ricardo!? Teu tio vai ficar desesperado!
– Ó Tavinho, põe camisola pra dentro, assim mais pareces um espantalho!
– I like to spend some time in Mozambique
– Arigatô, arigatô!)
Nós canto-falamos como quem inveja negros
Que sofrem horrores no Gueto do Harlem
Livros, discos, vídeos à mancheia
E deixa que digam, que pensem, que falem.

É isso!

Devemos falar orgulhosamente mal, nobremente mal, a língua dos outros com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro .

Nada de darmos nó na língua para nos inserirmos  imperceptivelmente na cultura do outro, esquecendo nossa identidade. Fale sem babar  “The thirty-three thieves thought that they thrilled the throne throughout Thursday”!?

Já a nossa língua portuguesa…essa deve ser esmiuçada, usada com impecável segurança e pureza.

Brincar, palavrar, descobrir uma palavra nova por dia…pode ser divertido!

Eu estimulava meus filhos, comprando palavras deles e guardando num baú de onde saíam estórias fabulosas!;)

Quanto mais palavras usamos/lemos, mais ricos ficam os nossos pensamentos, a nossa língua, as nossas relações, a nossa Pátria…

Viajar, Passear na Leitura

Passeando na Vila Madalena e comprando livros…

Passear na Vila tem vários encantos e um deles é folhear livros e tomar um cafezinho ou, se preferir, um bolo “caseiro” com chá.

Estou registrando aqui pequenas livrarias, mas repletas de originalidade e diversidades.

No meu percurso pela Vila gosto de passar horas em sebos, abundantes na Fradique Coutinho, sempre paro num da Teodoro, que também tem livros novos e ótimos preços (pode pexinxar! Eu, não aprendi a fazer isso:).

Depois que comprei o Kindle, prometi não levar pra casa nenhum livro impresso, mas não resisto e recomendo fortemente longas caminhadas com amigos, filhos ou mesmo caminhadas solitárias por livrarias e sebos e aproveitem a riqueza literária que existe no bairro.

O percurso abaixo é de http://vilamundo.org.br/2010/11/onde-comprar-livros-novos-e-usados-na-vila/ mas parece que fui eu que fiz, aliás explorei esses e outros caminhos várias vezes:

APonto do Livro R. Alves Guimarães, 1322 Pinheiros Tel.: (11) 2337-0506 . ECentro Cultural B_arco R. Dr.  Virgílio de Carvalho Pinto, 426 Vila Madalena Tel.: (11) 3081-6986 .
BVecchio Libro R.  Oscar Freire, 1921 Pinheiros Tel.: (11) 3062-0593 . FRed Star Sebo Av. Pedroso de Moraes, 811 Pinheiros Tel.:(11)3032-4042 .
CSebo Espaço do Livro R. Teodoro Sampaio, 539 Pinheiros Tel.:   (11) 3476-1180 . GLivraria da Vila R. Fradique Coutinho, Vila Madalena Tel.:   (11) 3476-1180 .
DBanca do Puebla Praça Benedito Calixto Vila Madalena josepuebla@ig.com.br . HMercearia São Pedro R. Rodésia, 34 Vila Madalena Tel.: (11) 3815-7200 .

1ª Parada – Ponto do Livro

A Ponto do Livro é conhecida por ter um acervo de livros relacionados à diversidade cultural. A Livraria está localizada próxima do Metrô Sumaré, numa casa onde o cantor Seu Jorge morou por alguns anos. No espaço, além de livros, é possível encontrar CDs e DVDs. Há também, um café/restaurante.

Por perto há o Empório Carol Martini, adoro procurar coisinhas de casa lá e outras lojas bacanas como a Lóeil, que só consegui comprar uma janela mexicana há anos e está na minha sala até hoje. Mas, isso é outra história do capítulo decoração de interiores.

Livros Escolhidos pela Ana Rüsche

1ª Parada – Ponto do Livro

Nas estantes da Ponto do Livro há diversos autores africanos, e a  indicação são as obras de dois deles: “Desonra”, de J. M. Coetzee e “Luuanda”, de José Luandino Vieira. A escritora se surpreendeu com a sessão dedicada aos contos e indicou ainda o livro “Vida Vertiginosa”, de João do Rio.

Desonra de J. M. Coetzee Luuanda de José Luandino Vieira Vida Vertiginosa de João do Rio –

2ª Parada – Vecchio Libro

Na sub-esquina da rua Oscar Freire com a rua Teodoro Sampaio há um espaço bastante aconchegante chamado Vecchio Libro. No local funciona um Sebo e um Café. Além dos mais de 25 mil livros, o espaço oferece cursos de encadernação, restauração, criação de álbuns de fotografias e caixas de conservação.

Livros  Escolhidos

Ana Rüsche indicou o livro de ficção científica “2010: Uma odisseia no espaço II”, de Arthur C. Clarke.

2010: Uma Odisseia no Espaço II de Arthur C. Clarke – R$ 32

3ª Parada – Sebo Espaço do Livro

Já na rua  Teodoro Sampaio, escolhemos o Sebo Espaço do Livro, por ser um dos  maiores. Fomos recepcionados por Edília, que prontamente se ofereceu a  indicar raridades. Segundo Ana, os sebos recebem uma demanda alta por  livros didáticos, o que acabou influenciando a sua indicação.

Livros  Escolhidos

O primeiro livro, indicação da Edília, é um livro de partituras entítulado “Liverpool Oratorio”, obra rara de Paul McCartney. Segundo ela, existem apenas dez exemplares no mundo. A escolha de Ana Rüsche foi a “Nova Gramática do Português Contemporâneo”, de Celso Cunha e Lindley Cintra.

Liverpool Oratorio de Paul McCarney – R$ 900 Nova Gramática do Português Contemporâneo de Celso Cunha e Lindley Cintra – R$ 58

4ª Parada – Banca do Puebla

Parada obrigatória aos sábados, a Praça Benedito Calixto possui diversas bancas nas quais são comercializados livros usados. A Banca do Puebla, que fica próxima da praça de alimentação, oferece opções nacionais e internacionais, de autores consagrados.

Livros  Escolhidos

A escritora optou por indicar uma leitura descontraída, “De Cabeça para Baixo”, do escritor mineiro Fernando Sabino.

De Cabeça para Baixo de Fernando Sabino – R$ 13

Intervalo – Pastel na Benedito Calixto

Na sequência, uma esticadinha na praça de alimentação da Benedito. Objetivo: recarregar as energias com um pastel de carne seca, antes de seguir a trilha pelos próximos quatro pontos de vendas.

Ou o Pastel da Maria na Fradique Coutinho (eu, que sempre me encanto pelo que ninguém nota, adoro os 2 molhinhos que acompanham o pastel, é a diferença “pra mim”).

5ª Parada – Centro Cultural b_arco

O Centro Cultural b_arco é conhecido por oferecer cursos com artistas consagrados. Ana Rüsche, que já foi professora da casa, conhece muito bem a livraria do local. O espaço abriga ainda a Galeria do Virgílio, que oferece exposições gratuitas.

Esse ainda não fui, mas está aqui registrado pra ser meu próximo passeio literário.

Livros  Escolhidos
Lacrimae Rerum de Slavoj Žižek Cinema Brasileiro Moderno de Ismail Xavier Contos Negreiros de Marcelino Freire

6ª Parada – Red Star Sebo

Próximo da Fnac de Pinheiros, na avenida Pedroso de Moraes, há um verdadeiro complexo de sebos, composto por uma dezena de lugares. O Red Star Sebo se destaca por ser um dos maiores e por possuir uma segunda unidade na rua Teodoro Sampaio, 2040. Além de livros, o espaço também comercializa vinis usados.

Livros  Escolhidos

Buscando uma opção lúdica e que pudesse interessar o público infantil, Ana sugeriu o livro “Momo e o Senhor do Tempo”, do escritor alemão Michael Ende. No Red Star, a escritora encontrou uma sessão dedicada à poesia, e não só indicou o livro bilíngue “Poemas da Estrangeira”, de Dora Ferreira da Silva, como também declamou uma das poesias (confira no vídeo acima).

Momo e o Senhor do Tempo de Michael Ende Poemas da Estrangeira de Dora Ferreira da Silva

7ª Parada – Livraria da Vila

Referência por toda São Paulo, a Livraria da Vila não poderia ficar de fora, e por isso visitamos a unidade da Fradique Coutinho, que fica a duas quadras do Espaço VilaMundo. A Livraria realiza uma série de eventos culturais, passando por lançamento de livros e pocket-shows. Além disso, existe no local um Café, do qual, Ana Rüsche destacou o brownie.

Livros  Escolhidos

O que conquistou a atenção da poetisa na Livraria da Vila foi a sessão de crítica literária, dando destaque aos livros “Contemporâneos”, de Beatriz Resende e “Modernidade Periférica: Buenos Aires 1920 – 1930″, de Beatriz Sarlo.

 Eu adoro a parte de livros infanto-juvenis, meus filhos estão crescendo e me deixando sozinha nessa seção das livrarias.
Contemporâneos de Beatriz Resende Modernidade Periférica: Buenos Aires 1920-1930 de Beatriz Sarlo

8ª e última parada – Mercearia São Pedro

A Mercearia São Pedro é um famoso ponto de encontro de escritores. E além de bar, restaurante e mercearia, funciona também como livraria, na qual é possível comprar livros de diversos autores, sobretudo contemporâneos. E você ainda corre o risco de encontrar algum dos autores pelo bar e sair de lá com o livro autografado. As noites da Mercearia costumam ser bastante animadas e semanalmente há lançamentos de livros.

Livros  Escolhidos

Para indicar, Ana procurou os livros de habitués da casa, encontrando o lançamento mais recente de Joca Reiners Terron, “Do Fundo do Poço Se Vê a Lua”, que integra a série “Amores Expressos”, e “Hotel Novo Mundo”, primeiro romance da contista, blogueira e cronista Ivana Arruda Leite.

Do fundo do poço se vê a lua de Joca Reiners Terron – R$ 38,70 Hotel Novo Mundo de Ivana Arruda Leite – R$ 25

Mais uma dica

O livro da Ana  Rüsche, “Nós que Adoramos um Documentário”. A obra é uma espécie de  autobiografia que traz momentos da infância (Ubatuba, 1983), vida adulta  (São Paulo, 2009) e futuro (Ubatuba, 2037). São poemas que apontam  possibilidades e impossibilidades do retrato da memória por meio da  poesia. Também perfazem tentativas da representação do feminino e de seu  corpo – tanto físico, quanto astral.

Nós que Adoramos um Documentário” foi publicado em 2010, pela Ed. Ourivesaria da Palavra, com apoio do ProAC/2009, da Secretaria de Estado da Cultura.

Bem Estar & Saúde

Maravilhas da internet

A vida tem ondas, estou na onda das doenças, mas não aquelas más, mas outras…  que doem:(  …mas que passam:)

Depois de perder o útero para evitar uma anemia galopante, mas perder apenas na fase de planejamento,  veio uma cólica renal  calma, porém duradoura.

Essa cólica me acompanhou por 3 meses, até que no clímax da dor, me levou ao Pronto-socorro, mas…decepção: a cólica renal não era renal, era lombalgia, que não quer dizer nada.

Lombalgia  é uma dor no meu” lombo”,  que pode ser qualquer coisa: hérnia de disco, artrose, problema muscular, postural, escorregamento de vértebra e até um problema emocional. Um paciente não tem direito de escolhernem  a dor que tem!

Descobri que a diferença da minha cólica renal e da minha “cólica lombar” é o movimento, a renal me rasga de dor, não me deixa parar. Mas um milagroso veneno injetado na minha veia com muuuuito soro me alivia quase instantaneamente! Até leva umas pedras  pra fora de mim .  Já a lombalgia, essa me paraliza, quanto mais me mexo, mais dói e como dói! E aquele veneno mágico na veia?! Nada, não tira a dor!  Só o tempo… o tempo resolve tudo mesmo…

No meio dessa onda, ainda apareceu outra dor! Voltei do trabalho, vitoriosa, dispensei até  minha dispensa médica de UMA semana, mas sem poder falar…dor de garganta!  Não merecia mais uma dor!

Fui correndo pegar meu spray de própolis e romã e…nada, nem uma pastilha. Procurei na internet: remédio natural para dor de garganta e cheguei “ali ó”:  http://blogdamamaegansa.blogspot.com.br/2013/06/remedio-natural-para-dor-de-garganta-e.html. Santo chá de Malva!  Claro que não tinha as folhas de malva, mas lembrei da não menos Santa: Malvona, que tem como princípio ativo o Extrato Fluido de Malva Sylvestris, isto é, um chá disfarçado de remédio.

Minha dor de garganta praticamente desapareceu!

Claro, amanhã pela manhã, ela deve me acordar, mas por ora: Boa noite!

Viva a internet!  Valeu  Web 2.0!

Veleje nesse informar                                                                                                                                                                                                                                                                                  Entre na rede                                                                                                                                                                                                                                               Entre na rede pra conectar                                                                                                                                                                                                                    “Pela Internet” com Gilberto Gil               \

~~ Lar&Etc ~~

O tal  Chá de Malva é assim:

  •  Ferva uma caneca de água e derrame sobre  folhas de malva  maceradas, adiciona uma pitada de sal e abafe com uma tampa até que fique em uma temperatura suportável.
  •  Para a garganta, faça gargarejo, mas não engula.
  •  Para aftas e inflamações de dente, faça bochechos, mas não engula e depois procure um bom dentista.
  • Esse chá é mágico, se não resolver tente gargarejos com Malvona. Se  também não funcionar, só o médico !!

…….

Lista de viagem do Dr. Gabriel:

(procurando)

Filosofia do cotidiano, Pensamentos soltos & Palavras

Chineses dizem: quando a partida de xadrez termina, o pião e o rei vão para a mesma caixa.

Está escrito no túmulo de Mário Quintana: “Eu não estou aqui”.

Sempre preferi deixar dezenas de mulheres esperançosas, do que uma só desiludida.    (Mário Quintana)

O corpo da gente é tão importante, que se você cuidar bem direitinho dele, dura a vida inteira.

Quando perguntavam ao filósofo Edmund Husserl   “Como está?”, ele respondia: _Estou muito bem, sinto apenas uma pequena dificuldade em sê-lo.

Ser ou não ser.

O evidente é chato.

Filosofia é desconstruir.

(Nietzsche) Precisamos nos libertar dos deuses e acreditar no Super Homem em nós. Deturpação: ariano de Hitler.

Fazer poesia é voar fora da asa. (tal como fazer música, filosofia, arte…)  Manuel de Barros

Ética por Sérgio Cortella: conjunto de valores  e princípios que usamos para decidir as 3 grandes questões da vida: quero, devo, posso.

Os princípios que uso: tem coisa que eu quero, mas não devo,

tem coisa que eu devo, mas não posso,

tem coisa que eu posso,mas não quero.

Paz de espírito é quando aquilo que você quer é o que você pode e o que você deve.

Definido por normas, princípios da sociedade, comportamento social introjetado…

ëtica vai se construindo assim.

Não exite ninguém sem ética, mas uma ética contrária à nossa. Ele é anti-ético.

Moral é a prática de uma ética. A moral é relativa (quanto ao tempo, por exemplo).

Ética não é relativa, tenta ser universal (declaração dos direitos humanos / 60 anos). A prática, é outra coisa.

 

http://artedartes.blogspot.com.br/2008/07/prof-mrio-sergio-cortella.html

Dicas & Carinhas na internet

                    

 ☆      As carinhas que falam mais que palavras na internet:

\o/  feliz

*o* feliz

 :\ incerteza

😀 Gargalhada

😕 indeciso

^.~ Piscando

^^ Olhinho Feliz

-.- Japonês(a)

‘~.^ desconfiado

*.* fofis

.* espiando,

‘-0 sem um olho

:<>>:-( bravo (1)

>:-/ bravo (2)

E:- [ Frankstein

F:-) franja

:-A tagarela

]:-) corno

~~o~~ boiando…

>:-& “P”da vida

:#) Com vergonha

+<:-) Santinha

:~( Chorando

P- Olho roxo…

@:-) Elvis

*<:o) Palhacinho

=:+) Brinco no nariz

:- zangado

(:-) careca

:-)feliz

:-(triste

B-) Batman

:-)>barbudo

%+( espancado

?-) olho roxo

:-)Xgravata borboleta

R-) óculos quebrados

:^) nariz quebrado

:-)sombrancelhas espessas

<-) chinês

3:-) vaca

:-t mal-humorado

X-) estrábico

:’-( chorando

i-) detetive

:-e desapontado

:-)’babando

{;V pato

<:-) pergunta estúpida

5:-) Elvis

>:-) sorriso malicioso, maldoso

:”’-( inundação de lágrimas

/:-) francês

::-)usuário de óculos

8-)usuário de óculos

8:) gorila

:-‘) resfriado (1)

:*) resfriado (2)

:- hmmmph!

:-C queixo caído

:-# beijo (1)

:-* beijo (2)

:-X beijo (3)

:+) nariz grande

😀 gargalhando

:-} olhar maliciosamente

(-: canhoto

:-9 lambendo os lábios

:- macaco

:-{ bigode (1)

:-#) bigode (2)

(-) precisa de um corte de cabelo

:^) nariz deslocado

:8) porco

😕 fumante de cachimbo

=:-) punk

:-” lábios franzidos

-] Robocop

O:-) santo

:-@ gritando

:-O chocado

:-V berro

-) dormindo

:-i fumante (1)

:-Q fumante (2)

:-j fumante sorrindo

:-6 gosto azedo da boca

:-V falando

*-) drogado

:-T lábios selados

:-p língua na bochecha

:-/ indeciso

:-[ vampiro (1)

:-< vampiro (2)

:-< vampiro (3)

:-)= vampiro (4)

:-)) muito feliz

:-(( muito triste

:-c muito infeliz

Cl:-) usando chapéu coco

d:-) usando boné

[:-) usando headfones

:-(#)usando aparelho dentário

;-)piscando

:-7 sorriso irônico

I-O bocejando

De: http://kammi-angel.blogspot.com.br/2011/02/significado-das-carinhas.html

…mas, por favor, não vamos matar o português, inventando palavras só por preguiça (de digitar)!!    \o/Viva nossa Língua Portuguesa!!\o/