Parlapatões

Parlapatões revistam Angeli,  um espetáculo com a cara de São Paulo, uma revista rock’n roll

"Parlapatôes revistam Angeli" um espetáculo com a cara de São Paulo, uma revista rock'n roll.

Parlapatões – o chapéu, o tijolo e a flôr

Espaço Parlapatões. Praça Franklin Roosevelt, 158, tel. 3258-4449
sábados até dia 27/07 (sábado) – 23h59 – Parlapatões Revistam Angeli
pode ser comprado com antecedência em www.ingerssorapido.com.br
Os comediantes do grupo Parlapatões encenam personagens do cartunista Angeli como Rê Bordosa, Meia Oito, Bob Cuspe e Os Skrotinhos, entre outros. Com trilha sonora de Branco Mello (Titãs) e de Émerson Villani (Funk Como Le Gusta) e direção do parlapatão Hugo Possolo, é uma revista rock’n roll que homenageia um artista ativo, criativo, polêmico, político, constante e muito importante da história recente do humor no Brasil.
Direção: Hugo Possolo Elenco: Raul Barretto, Paula Cohen, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal e Hélio Pottes
De Wikipedia:

Angeli
Arnaldo Angeli Filho

Nascido em São Paulo,  31 de Agosto de 1956
Local São Paulo, Brasil

Site oficial www2.uol.com.br/angeli

Arnaldo Angeli Filho um dos mais conhecidos chargistas brasileiros.
Começou a trabalhar aos catorze anos na revista Senhor, além de colaborar em fanzines. Em 1973 foi contratado pelo jornal Folha de São Paulo até hoje. Desde os anos 80, Angeli vem desenvolvendo uma galeria de personagens famosos por seu humor anárquico e urbano; entre eles se destacam
o esquerdista anacrônico Meia Oito e Nanico,
o seu parceiro homossexual enrustido (mas não muito);
Rê Bordosa, conhecida como a junkie mais “porralouca” dos anos 1980;
Luke e Tantra, as adolescentes que só pensam em perder a virgindade;
Wood & Stock, dois velhos hippies que deixaram seus neurônios na década de 1960;
os Skrotinhos, a versão underground dos Sobrinhos do Capitão;
as Skrotinhas, a versão “xoxotinha” dos Skrotinhos;
Mara Tara, a ninfomaníaca mais pervertida dos quadrinhos;
Rhalah Rikota, o guru espiritual comedor de discípulas;
Edi Campana, um voyeur e fetichista de plantão à procura do melhor ângulo feminino;
o jornalista Benevides Paixão, correspondente de um jornal brasileiro no Paraguai e o único a ter conseguido entrevistar Rê Bordosa;
Ritchi Pareide, o roqueiro do Leblão;
Rampal, o paranormal;

o machão machista Bibelô;
o egocêntrico Walter Ego (também conhecido como “o mais Walter dos Walters”);
Osgarmo, o sujeitinho vapt-vupt;
Rigapov, o imbecil do Apocalipse;
Hippo-Glós, o hipocondríaco (inspirado em Cacá Rosset);
Vudu;
Los Três Amigos e
Bob Cuspe, o anárquico punk que cuspiu nas piores criaturas de nossas gerações.
Ele próprio também se tornou um personagem, estrelando de início as tiras “Angeli em crise”. Outra versão caricata sua é o personagem Angel Villa de Los Três Amigos.
Lançou pela Circo Editorial em 1983 a revista “Chiclete com Banana”, um sucesso editorial (de uma tiragem inicial de 20,000 exemplares chegou a atingir 110,000), altamente influente e que contava com a colaboração de nomes como Luiz Gê, Glauco, Roberto Paiva, Glauco Mattoso e Laerte Coutinho. A Chiclete com Banana é considerada até hoje como uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos já editadas no Brasil.
Angeli já teve suas tiras publicadas na Alemanha, França, Itália, Espanha e Argentina, mas foi no mercado de Portugal que obteve mais destaque, tendo uma compilação de seu trabalho lançada pela editora Devir em 2000, ano em que também viu a estréia de uma série de animação com seus personagens numa co-produção da TV Cultura com a produtora portuguesa Animanostra.
Trabalhou na Rede Globo, como redator do programa infantil TV Colosso (1993-1996). Na mesma rede, entre 1995 a 2005, fez desenhos de 5 segundos, quando dava intervalos dos filmes da emissora.
Em 2006, produziu e lançou um longa de animação chamado Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll, com o diretor Otto Guerra.

…..

Mais sobre os Parlapatões e/ou Angeli:

Não gostei de “Parlapatões revistam Angeli”,  por tudo que vi do grupo Parlapatões.

Assisti a  “Parlapatões, Patifes e Paspalhões”, “Stapafúrdyo”,  a arte do picadeiro e do palco convencional sempre estiveram juntos na trajetória do grupo. Tanto em montagens adultas como infantis, os cenários traziam imagens fantásticas com figuras humanas caricatas, estafúrdias, non-sense.  As acrobacias e malabarismos, desfiando a lei da gravidade, davam vida aos desenhos.

Isso tudo não aconteceu ontém no último dia da peça no espaço Parlapatões.

Foi legal ver ao fundo os desenhos do cartunista, o próprio cartunista como caricatura, mas faltou espaço para o espetáculo que eu esperarva rever. Também faltou uma história, um “link” entre as “charges” curtas do cartunista. E sobrou uma piadinha de mau gosto com deficiente físico. Consegui rir com os Skrotinhos, eram os melhores. Os atores não cantavam tão bem para uma Revista Rock’n Roll.

 

Mas, ainda, superior a a Barbixas, Rafinhas e outros stand-ups…na minha opinião 🙂

 

Personagens: http://www2.uol.com.br/laerte/personagens/

http://blog.clickgratis.com.br/SOTIRINHAS/366559/SOU+F%C3+DO+ANGELI.html

Assisti: Parlapatões, Patifes e Paspalhões
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